quarta-feira, 30 de junho de 2010

Planejamento em prática



Planejamento em prática
A tarefa de elaborar um planejamento com a utilização da Internet ou hipertexto, como foi proposto na atividade -4 do curso: Ensinando e Aprendendo com as TIC’s, se constitui como um exercício faceie, uma vez que os professores da escola em que trabalho já utiliza a Internet com muita freqüência na hora de planejar suas aulas. No planejamento outros recursos além do note book, foram utilizados dentre ou quais destaco: a biblioteca, o data show, o laboratório de informática, mapas e câmara digital.
O plano foi elaborado para ser trabalhado em duas aulas, sendo que os procedimentos foram os seguintes: na perimira aula foi feito uma breve explanação do assunto e uma pequena sondagem acerca do que eles sabiam sobre o conteúdo. Em seguida, os alunos foram encaminhados para o laboratório de informática, onde assistiram um vídeo no data show sobre o conteúdo ( criação do Estado do Tocantins). De volta a sala de aula, os educandos puderam visualizar o mapa do Brasil e analisar o Estado do Tocantins, sua localização e observação do Estado de Goiás do qual fazia parte antes de sua implantação. Além disso, verificaram também a localização da cidade de Colinas.
Na segunda aula, os alunos novamente foram encaminhados ao laboratório de informática, só que desta vez para realizarem uma pesquisa na internet sobre o conteúdo abordado. Nesse momento, utilizaram a enciclopédia wikipédia, onde puderam navegar fazendo uso dos link’s. Vale ressaltar que ainda pudemos contar com o auxílio de um aluno monitor. Nesse sentido, pode-se afirmar que foi uma aula muito boa, pois houve a participação entusiasmada dos alunos e certamente os mesmos conseguiram aprender um pouco mais sobre a nossa história.
Com relação aos conteúdos trabalhados, foram os seguintes: História: a criação do Estado; Geografia: Localização, mapas e paisagens do Estado do Tocantins.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Percepções sobre hipertextos

Segundo a Wikipédia, hipertexto “é o termo que remete a um texto em formato digital, ao qual agrega-se outros conjuntos de informação na forma de blocos de textos, palavras, imagens ou sons, cujo acesso se dá através de referências específicas denominadas hiperlinks, ou simplesmente links”.
Já, no guia do cursista há uma citação que diz que um hipertexto é um conjunto de nós ligados por conexões. Esses nós podem ser palavras, páginas, imagens, gráficos ou partes de gráficos. Sequências sonoras, documentos complexos que podem eles mesmos ser hipertextos. Isso significa que hipertextos são textos produzidos de forma não-linear, ou seja, fere-se a todas as estruturas que não apresentam um único sentido, apresentando múltiplos caminhos e destinos, desencadeando em múltiplos finais.
Entretanto, mesmo o hipertexto sendo usualmente defendido como texto digital foi possível perceber que nos textos manuscritos ou impressos, o hipertexto também pode aparecer em forma de sumários e notas de rodapés, pois estes incorporam não linearidade uma vez que indicam diferentes caminhos em outros livros e notas de rodapé.
Mas considerando o hipertexto como texto digital, percebemos que através dele é possível ter acesso rápido e abundante de conhecimentos diretamente ligados a assuntos e elementos localizados em diversos pontos do texto. Isso pode ser um excelente subsídio como recurso pedagógico, pois através desses diversos caminhos o aluno terá formas diferenciadas de aprimorar e enriquecer sua aprendizagem saindo da monotonia dos textos impressos.
O hipertexto apresenta uma nova forma de ler e escrever, e isso é muito agradável para os jovens leitores de hoje que estão mais ávidos por informações rápidas e atualizadas.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Quem sou como professor e aprendiz?

Na atual conjuntura em que se encontra a sociedade, educar hoje se constitui em um grande desafio. Se por um lado as informações que os educandos trazem para a escola, advindas dos vários meios de comunicação presentes na sociedade, contribuem com o processo educacional; por outro lado, também algumas dessas informações são destorcidas e deturpadas.

Nesta perspectiva, o professor tem que ter um “jogo de cintura” muito grande. Assim, vejo que diante desse cenário me vejo como uma profissional que está à procura do caminho certo para fazer a minha prática, a melhor possível. Dessa maneira, procuro desenvolver um trabalho que tenha a participação dos alunos, ouvindo suas opiniões e consequentemente, aprendendo com eles. Nesse processo, mudanças no ato educativo, acontecem, pois são essenciais como também necessárias. Quando elas acontecem e percebo que houve melhora no processo ensino e aprendizagem, o sentimento é o de ter contribuído qualitativamente com a aprendizagem. Além disso, também busco apoio com as experiências de colegas de profissão.

Enfim, os desafios pelos quais os profissionais da educação passam são poucos, mas é preciso que se tenha coragem e ânimo para que se possa fazer do nosso trabalho uma forma de transformação de uma dada realidade, dentro das nossas possibilidades.